100 BORBOLETA FEMININO –
Não é que o recorde mundial saiu???
Dona Vollmer quebou o segundo recorde mundial da competição se
tornando a primeira mulher na historia a nadar na casa dos 56 segundos.
O novo recorde 55:98 e que poderia ser ainda melhor caso não tivesse deslizando na chegada.
O novo recorde 55:98 e que poderia ser ainda melhor caso não tivesse deslizando na chegada.
A chinesa Ying Lu com 56:87 e a australiana Alicia Coutts 56:94
completaram o pódium.
200 LIVRE MASCULILNO SEMIFINAL -
Já foi bem melhor do que nas eliminatórias, mas os tempos da prova
ainda são bastante modestos. Melhor tempo de classificação para o chinês Sun
Yang com 1:45:61 com parciais de 52:13 e 53:48.
O francês Yannick Agnel nadou na mesma série e foi segundo com
1:45:84 e Tae Hwan Park em terceiro com 1:46:02. Na primeira série, o alemão
Paul Biedermann com 1:46:10.
Para entrar na final, 1:46:80 de Thomas Fraser-Holmes da Austrália. O primeiro a ficar de fora, em nono lugar foi o americano Ricky Berens com 1:46:87.
Para entrar na final, 1:46:80 de Thomas Fraser-Holmes da Austrália. O primeiro a ficar de fora, em nono lugar foi o americano Ricky Berens com 1:46:87.
100 COSTAS FEMININO SEMIFINAL -
A australiana Emily Seebohm voltou a ser a única abaixo dos 59
segundos. Venceu a sua série com 58:39. Ela que bateu o recorde olímpico da
prova com 58:23 nas eliminatórias. Nova chance na final de amanhã.
Melissa Franklin chegou em segundo lugar com 59:12 e a japonesa
Aya Terakawa em terceiro com 59:34.
Para entrar na final, 59:82 da chinesa Yanhui Fu, oitava colocada.
Decepção para Kirsty Coventry, bi vice campeã olímpica em 2004 e
2008, terminou em 14o lugar com um modestíssimo 1:00:39.
100 COSTAS MASCULINO SEMIFINAL -
Assim como na eliminatória, Matt Greevers dos Estados Unidos
continua sendo o único a nadar na casa dos 52 segundos. Desta vez fez 52:66
vencendo a segunda semifinal. Camille Lacourt da França venceu a primeira com
53:03 seguido do britânico Liam Tancock que nadou para 53:25.
Hayden Stoeckel ganhou a última vaga para a final com 53:74
deixando o russo Arkady Vyatchanin de fora com 53:79.
100 PEITO FEMININO SEMIFINAL -
Para quem ficou impressionado com o resultado das eliminatórias da
jovem nadadora Ruta Meilutyte ela fez ainda melhor nas semifinais. Venceu
novamente agora com 1:05:21, novo recorde europeu e quarto melhor tempo da
história. Meilutyte quebrou o recorde anterior que pertencia a Yulia Efimova da
Rússia com 1:05:41 desde o Mundial de Roma em 2009.
100 PEITO MASCULINO -
Sem tomar conhecimento dos adversários, foi uma vitória de ponta a
ponta do sul-africano Cameron van den Burgh com 58:46 estabelecendo novo
recorde mundial ao quebrar a marca anterior de Brenton Rickard da Austrália
com58:58 feitos no Mundial de Roma.
O australiano Christian Sprenger chegou em segundo, e foi o único
junto com o campeão capaz de nadar a prova abaixo dos 59 segundos marcando
58:93.
O bronze foi do americano Brendan Hansen com 59:49 que em várias
entrevistas reconheceu a sua inferioridade ao restante dos adversários. Segundo
ele, "esta vai ser uma das minhas mais comemoradas medalhas" declarou
Hansen.
O sonho de Kosuke Kitajima se consagrar como o primeiro tri
campeão olímpico foi totalmente soterrado e Kitajima acabou em quinto lugar com
59:79.
400 LIVRE FEMININO -
A vitória foi de ponta a ponta, mas apertada. Camille Muffat da
França levou mas esteve sempre apertada pela americana Allison Schmitt. Foi uma
briga entre as duas o tempo todo. Muffat venceu com 4:01:45, novo recorde
olímpico, mas um pouco mais lento do que havia feito na seletiva francesa em
março.
Allison Schmitt veio em segundo logo em seguida com 4:01:77, novo
recorde americano.
O bronze ficou para Rebecca Adlington que mesmo nadando um
pouco mais lenta do que o tempo feito na seletiva britânica em março comemorou
bastante aquela que foi a primeira medalha britânica nesta competição. Marcou
4:03:01 nadando na raia 8 depois de estar na sexta posição até os primeiros 200
metros.
4 x 100 LIVRE MASCULINO -
Tão empolgante como havia sido em 2008, o revezamento 4 x 100
livre masculino foi mais uma vez uma prova inesquecível.
A começar pelo fracasso e decepção pela performance dos
australianos. Favoritíssimos, o grupo que havia sido campeão mundial no ano
passado em Shanghai com 3:11:00 desta vez nem entrou na prova. James Magnussen
que em abril nadou para 47:12 abriu para um patético 48:03. O time ainda estava
em terceiro lugar quando James Roberts, segundo melhor tempo do mundo na prova
dos 100 livre caiu na água, mas fechar com 48:09 conseguiu tirar até o time do
pódium. Foi, sem dúvida, o maior fracasso desta competição até agora.
De outra parte, os americanos que haviam nadado muito mal a
seletiva olímpica conseguiram colocar uma equipe bem competitiva na água, e lideraram
a prova por 390 metros, mas jamais esperavam pela reação francesa, os mesmos
franceses que sofreram quase a mesma coisa em 2008. Foi uma revanche com juros
e correção monetária.
Quando Ryan Lochte caiu na água para fechar o revezamento
americano o time estava 55 centésimos na frente dos franceses. Lochte passou
com 22:39 e atrás dele vinha o francês Yannick Agnel que passou com 22:14. Agnel
simplesmente atropleou principalmente nos últimos 10 metros fechando a prova
com 46:74, um segundo sobre Lochte que nadou para 47:74.
Vitória da França, primeira medalha de ouro em revezamentos
olímpicos da sua história com 3:09:93 contra 3:10:38 dos americanos.
Ainda tem a história do bronze, tão heróica quanto o ouro francês.
Os russos que vem se alternando com os franceses nos Europeus por este
revezamento há anos treinam para esta prova e sempre acreditaram na chance de
medalha que acabou acontecendo.
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